Postado por: Comportamento Infantil às 20:39
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BLOG CONSTRUÍDO PELAS ACADÊMICAS:

JANAINA,VANI, SOLANGE, DENISE, IRENE.



Postado por: Comportamento Infantil às 19:04
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Neste vídeo existem alguns exemplos do que as crianças precisam e também alguns fatos que acontecem porém não deveriam acontecer. Por favor, assistam e deixem seus comentários, vale a pena conferir...



Postado por: Comportamento Infantil às 13:49
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Alimentação e Comportamento

No link abaixo há um artigo sobre a possível relação entre a alimentação e o comportamento da criança:

http://www.alert-online.com/index.cfm?event=newsDetail&id=261569 

 

Hiperatividade, falta de atenção, dislexia e comportamento anti-social ou agressivo, nas crianças, podem ser manifestações do que elas comem?

 Comportamento  infantil pode estar associado à alimentação? deixe sua opinião...



Postado por: Comportamento Infantil às 20:36
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CIRCULO VICIOSO DO MAU COMPORTAMENTO INFANTIL

 

ACESSE O LINK ABAIXO E VEJA UMA PEQUENA ESTÓRIA SOBRE O CIRCULO VICIOSO DO MAU COMPORTAMENTO INFANTIL ...

http://sitededicas.uol.com.br/ga_p1.htm



Postado por: Comportamento Infantil às 00:39
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Comportamento RECÉM-NASCIDO

Qual é o significado do choro do seu bebê?

   O desespero e a angústia passam a conviver com a mamãe que acaba de chegar da maternidade e descobre que chorar é o que seu pequeno mais sabe fazer. As dúvidas aparecem: o que ele tem? O que eu faço? Por que não pára de chorar?

  Calma, mamãe, os primeiros dias são difíceis, você e o seu bebê estão se conhecendo. Mas a convivência fará você descobrir que o bebê chora de diferentes jeitos, que cada choro tem o seu significado e qual a maneira de satisfazer suas necessidades.

  A primeira forma de comunicação do bebê com o mundo é o choro. É a forma mais poderosa e eficaz de conseguir chamar a atenção dos outros para o que está sentindo. O bebê chora não somente porque está com fome ou dor, chora para demonstrar que algo o incomoda.

  Decifrar o choro do bebê é um desafio que mistura intuição, conhecimento e muita percepção da mamãe. Tranqüilidade é essencial. Se a mãe ficar desesperada com o choro, o bebê sentirá isso e ficará mais tenso.

  Muitas vezes uma atitude tranqüilizadora como pegá-lo no colo ou conversar acalmará o bebê que pode simplesmente querer sentir-se protegido e amado.

 Tenha em mente que cada bebê reage de um jeito. Não é porque o filho da sua amiga chora de forma estridente quando está com fome que seu filho necessariamente chorará da mesma forma.

 Quando o choro começar, a mamãe deve pensar em quais são as necessidades do seu bebê. Fome, cólica, estar sujo ou molhado, roupa desconfortável, sono, cansaço, frio ou calor e excesso de estímulo normalmente são as opções mais prováveis do choro.

 Se todos os aspectos físicos foram verificados, desconforto emocional como falta de atenção e insegurança podem ser os motivos.

 Existem dicas para traduzir os tipos de choro. Lembre-se: as crianças não são iguais, portanto, o choro varia de um para o outro.

Fome: gemidos semelhantes a um apelo que não cessam com carinhos somente quando estiver satisfeito.

Dor: grito agudo seguido de um pequeno intervalo.

Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraquinho e estridente.

Cólica: choro agudo e intenso, normalmente leva a criança a esticar e encolher as perninhas, tremer o queixo e fazer cara de dor.

Frio ou calor: é um choro copioso de desconforto.

Excesso de estímulo ou irritação: é um choro meloso que ocorre ao fim de um dia movimentado.

Sono: criança agitada e com choro nervoso.

Emocional: choro geralmente é acompanhado de soluços, como se o pequeno estivesse meio "engasgado" de raiva ou brabeza.

Elimine cada opção até chegar em uma que acalme seu bebê. Se o choro persistir, o bebê pode estar com febre ou com alguma dor. Não ofereça remédios sem orientação médica. Procure o pediatra do seu filho e com ele descubra o que o pequeno tem.

Dicas

0 a 3 meses – é um período que a criança tem muitas cólicas. Para evitá-las, faça massagens na barriga do seu bebê e mexa suas perninhas (bicicleta) de duas a três vezes ao dia e não somente nos períodos e cólicas.

3 a 6 meses – continue somente com leite materno, além de satisfazer a necessidade de sucção de seu bebê, não sobrecarregará o seu rim e intestino com nutrientes pesados contidos em outros tipos de alimentos, evitando assim desconfortos.

6 a 12 meses – Criança não sabe o que é manha ou birra até os 12 meses. Por isso, se a criança chorar, atenda e verifique as causas do choro.

     Você costuma prestar atenção no choro do seu bebê?



Postado por: comportamento infantil às 22:11
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Timidez infantil

Timidez moderada não é doença. Insegurança é normal; a timidez só vira um problema quando impede a criança de realmente realizar uma tarefa ou se relacionar.

Alguns sinais para identificar se seu filho sofre de timidez excessiva:

Crianças que tem as mãos sempre muito suadas e evitam situações de interação, tem muito medo de serem avaliadas de forma negativa, apresentam palpitações ou tremores frente a uma situação de exposição social, tem dificuldade para se relacionarem com amiguinhos da mesma faixa etária ou não conseguem brincar junto, vão mal na escola porque tem vergonha de perguntarem suas dúvidas na sala de aula e falam pouco, sempre em voz baixa, e não participam de atividades coletivas.

Como ajudar?

Solte seu filho. Filhos de pais super protetores provavelmente serão adultos retraídos. A criança precisa arriscar, experimentar. É aí que ela vai entender que pode, sim, errar e aprender com os erros.

Estimule o convívio social de seu filho. Crianças que ficam em casa com a mãe e não convivem em creches ou escolinhas comprovadamente se tornam mais tímidas.

Dê a seu filho espaço para que fale o que sente, de forma relaxada e sem pressão. Aproveite para reforçá-lo positivamente, para elogiar. Elogios fazem milagres.

Comporte-se de maneira extrovertida. Pais introvertidos reforçam o comportamento dos filhos.

Um psicólogo infantil pode ser o melhor amigo do seu filho nestas horas. Em alguns casos, a terapia é a solução mais indicada.



Postado por: comportamento infantil às 21:58
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COMPORTAMENTO INFANTIL


Teimosia faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa da criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de um ano e meio de idade.




   Quando a criança fizer algo errado, explique com uma frase simples por que o comportamento dela é inaceitável. Por exemplo, se ela pega um enfeite da mesa, nã grite "não" - o que levará o pequeno as lágrimas. Diga que o objeto pode quebrar e machucá-lo, portanto ele não pode mexer.

   "Quando os pais aprendem a lidar com o filho, as birras diminuem. Depois de uma ou duas vezes, ele aprende que a teimosia não adianta e para de insistir. Se isso nã aconrtece, é porque a criança descobriu que fazer cena funciona e ela sempre ganha a parada."

   Com uma criança com hiperatividade, agitada ou por comportamento violento, a melhor forma de ajudar é responder a agressividade com carinho.

Sempre que puder, diga ao seu filho o quanto o ama, o que fará se sentir querido e protegido.

   Não basta dizer que precisam de boas amizades, é preciso dar exemplos de boa convivência a fim de que sejam boas companhias para os outros. E que sejamos pais e educadores das nossas crianças e retribuir a confiança que nos depositaram e a incumbir-lhes a esperança de serem melhores hoje do que foram ontem.

Como os pais devem agir com a teimosia de seu filho?



Postado por: comportamento infantil às 21:53
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DICAS PARA OS PAIS DE AJUDAREM SEUS FILHOS COM COMPORTAMENTO VIOLENTO

 

CRIANÇAS COM ATÉ 3 ANOS DE IDADE:

A agressividade nesta idade é natural, uma forma de manifestar os desejos que a criança não sabe expressar em palavras. Sem brigar, gritar ou dar tapinhas no filho, os pais devem impedir que as crianças machuquem os colegas. Basta ensinar à criança que ela não pode morder ou bater nos amigos com um firme "não, neném".

CRIANÇAS DE 3 A 7 ANOS DE IDADE:

A criança nesta fase precisa de limites básicos e pode reagir de forma agressiva ao deparar-se com eles. O caminho é impor limites sem ameaças, surras ou violências que causem mais raiva e ressentimento. Nesta idade, a criança precisa de educação e, especialmente de carinho. Se ela se jogar no chão, cuspir ou ameaçar bater nos pais, estes devem repreendê-la com um momento de reclusão no quarto ou numa poltrona para que a criança pense nas bobagens que estava fazendo.

CRIANÇAS DE 7 A 10 ANOS DE IDADE:

Esta é a faixa etária perigosa, em que a criança já sabe o que pode ou não fazer. Se ela desobedece com freqüência, merece maior atenção de pais e professores e talvez a ajuda de uma terapia. As punições devem ser pacíficas e construtivas, porque atos violentos geram mais violência.

 



Postado por: comportamento infantil às 21:45
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Trabalho Infantil

Trabalho Infantil

   De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístico) com base na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), cerca de 5,1 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam inseridos no mercado de trabalho em 2006. O que corresponde a 11,5% de nossos jovens.

   Geralmente o trabalho é informal e em condições precárias, e a região onde se concentra o maior número de trabalhadores infantis é o nordeste, com cerca de 14,4%. A situação assusta ao saber que estudos apontam que 273 mil crianças e adolescentes sofreram acidente ou doenças causadas pelo trabalho em 2006.

   Além de influenciar negativamente na educação, pois cerca de 24,2% dos trabalhadores infantis estavam fora da escola neste ano. Sendo 82,4% crianças até 6 anos, 4,6% crianças de 7 a 14 anos e 13% adolescentes entre 15 e 17 anos.(WWW.prómenino.org.br)

 

  

O que poderiamos fazer para ajudar a combater o trabalho infantil?



Postado por: comportamento infantil às 21:45
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Dica: Educação Artística Consciente

Dica: Educação Artística Consciente

   Trabalhar as emoções da criança é fundamental tanto em casa quanto na escola, pois muitas vezes eles confundem pensamentos com emoções. De acordo com a psicóloga Tânia Maria Netto, a criação artística pode externar e transformar sentimentos, pensamentos e comportamentos em forma concreta.

   Então aí vai a dica principalmente aos professores:

   Dar ênfase à Educação Artística, não só para complemento de currículo, abuse do desenho, da pintura, da colagem e de outros artifícios artísticos. Além de ajudar as crianças de separar sentimentos de emoções, facilita também a expressão deles, isto é, o modo como eles se comunicam com o mundo.

   Como você professor, dá a sua aula de Educação Artística?



Postado por: comportamento infantil às 21:44
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Depressão Infantil

Depressão Infantil

   São indicativos de depressão infantil:

   Pensamentos negativos a respeito de si mesmo:"Eu sou incapaz" ou "Nada que faço da certo".

   Pensamentos negativos a respeito dos outros:"Minha vida não é boas" ou "Ninguém gosta de mim".

   Pensamentos negativos a respeito do futuro:"Nunca serei alguém" ou "Não serei feliz".

   A Organização Mundial de Saúde aconselha tratar a depressão infantil com medicamentos (indicados por um

 psiquiatra infantil) e Psicoterapia

Cognitivo Comportamental (TCC), este tratamento monitora atividades diárias e estimula atividades geradoras

 de prazer. A criança em depressão vê

o mundo negativamente, então o trabalho é mudar a perspectiva dela.

   Você já prestou atenção no comportamento do seu filho, ou do seu aluno?



Postado por: comportamento infantil às 21:43
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Drogas

As Drogas

   De acordo com o Dr. Gustavo Teixeira em seu livro “Drogas- Guia para Pais e Professores”, as drogas causam desinibição comportamental, perda de juízo crítico e de reflexos motores, o que colabora para mortes entre adolescentes como acidentes automobilísticos, suicídio, afogamento e mortes por armas de fogo.

   Dados do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicoativas (CEBRID), constatam que a idade da primeira experimentação de álcool e tabaco está por volta dos doze anos de idade, o uso da maconha e da cocaína entre quatorze e quinze anos de idade, e ainda, cerca de 22% dos estudantes entrevistados pelo CEBRID já consumiram drogas ilícitas.

   Salientamos então, a importância da conscientização entre nossas crianças e adolescentes, pois as faltas escolares, o baixo rendimento e o abandono escolar estão relacionados fortemente ao consumo de drogas.

   Drogas, você quer ajudar a mudar o destino de nossos jovens?

 

 



Postado por: comportamento infantil às 21:38
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O que é Bullying?

O que é Bullying?

www.comportamnetoinfantil.com

 

   O Bullying indica o comportamento agressivo entre estudantes e ainda não existe tradução para o português. Estas agressões ocorrem geralmente de forma desigual, onde vários ou apenas um aluno prejudicam física, verbal ou moralmente um único colega, normalmente sem motivo algum, dentro da sala de aula ou no recreio.

    Na maioria das vezes os agressores são provenientes de famílias desestruturadas, com pais violentos e agressivos. Eles agem desta forma acreditando que são superiores aos colegas e que não serão punidos. Geralmente são associados ao Bullying transtornos comportamentais como o transtorno desafiador opositivo, o transtorno bipolar e a hiperatividade. São alvos dos agressores, jovens inseguros e tímidos, que na maioria das vezes não reagem aos atos de agressividade, e sempre são menores e mais fracos.(Revista de Psiquiatria e Psicanálise- Crianças e Adolescentes. Publicação da Residência em Psiquiatria da Infância e Adolescência. Centro Psíquico da Adolescência e Infância. Vol.7 nº13, 2007)

   Cyberbullying: é a versão moderna do Bullying, pois agora além dos agressores violentarem seus colegas, eles estão gravando vídeos e publicando na internet, criando páginas caluniosas no Orkut e mandando mensagens ameaçadoras pelo celular.

   Caros pais e professores, o Bullying é coisa séria e devemos nos movimentar para tentar controlar. Segundo a psicóloga Carolina Lisboa, professora de pós-graduação da Unissinos e autora de uma tese de doutorado sobre o Bullying, este dá prazer ao agressor.

   De acordo com as estatísticas do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar, cerca de 45% dos estudantes do ensino fundamental brasileiro sofrem com as agressões constantes. Estas estatísticas mostram o quanto à juventude do nosso país está agressiva, vamos controlar nossas crianças, dar mais limites, controlar também o modo como elas utilizam a internet e o celular, duas ferramentas que podem se tornar muito perigosas quando mau utilizadas.(ZH. 9/12/2008)

 

  

 

 Você já presenciou um ato de bullying? Se viu, pensou em alguma atitude que possa ajudar a combater?



Postado por: comportamento infantil às 21:35
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brinquedos para cada faixa etaria

Brincar é umas das melhores formas de estimular o desenvolvimento e o potencial de uma criança.

Apresentamos abaixo alguns brinquedos educativos indicados para cada faixa etária, que auxiliam no desenvolvimento da criança.

0 a 5 meses 

Chocalhos, brinquedos musicais, mordedores, brinquedos de berço, móbiles, livrinhos de pano ou plástico, bolas com texturas diferentes para serem agarradas com as duas mãos.

6 meses a 1 ano

Brinquedos flutuantes (patinhos de borracha que bóiam na água), cubos que tenham guizos embutidos ou ilustrações,  caixas ou brinquedos que se encaixam uns dentro dos outros, argolas empilháveis, brinquedos para martelar, empilhar e desmontar, brinquedos eletrônicos de aprendizado, mesa pequena com cadeirinhas na altura em que a criança possa alcançar os pés corretamente no chão, telefone de brinquedo, espelhos, brinquedos que emitem sons por meio de botões de apertar, girar ou empurrar.

1 a 2 anos

Brinquedos de variadas texturas (estimulam os sentidos da visão, da audição e do tato), bonecas de tecido e bichos de pelúcia feitos de materiais atóxicos, livros e álbuns de fotografia com ilustrações dos familiares e objetos conhecidos, brinquedos de empurrar ou puxar, brinquedos de montar e desmontar. Os brinquedos devem ter cores vivas e não podem ser tóxicos.

2 a 3 anos

Bolas, muitos blocos de brinquedos para empilhá-los e colocá-los dentro de caixas, brinquedos de encaixar e desmontar, brinquedos musicais, carrinhos, bonecas, cavalinho de balanço, brinquedos para praia ou piscina, brinquedos de equilibrar um em cima do outro. Nesta idade deve-se ensinar a criança a organizar e recolher os brinquedos.

3 a 4 anos

Triciclo, carrinho grande de puxar, aviões, trenzinhos, brinquedos infláveis, bolhas de sabão, caixas de areia com pás e cubos, cabaninhas, casas de bonecas, ferramentas de brinquedos, massinha de modelar, objetos domésticos, fantasias, máscaras, fantoches, instrumentos musicais de brinquedo como pandeiros, pianinhos, trombetas e tambores, brinquedos de montar e desmontar mais complicados, blocos de formas e tamanhos variados, jogos e quebra-cabeças simples, lápis de cor e papel para desenhar (círculos, bonecos, enumerar os elementos de uma ilustração, colorir), livros com diferentes ilustrações e histórias alegres.

4 a 6 anos

Esta é a fase do mundo imaginário, sua criatividade está se desenvolvendo. Os brinquedo nesta fase devem auxiliar a criança a entrar no mundo da fantasia, por exemplo: dinheirinho de brinquedo, caixa registradora, casas de boneca com móveis, telefone, cidadezinhas, circos, fazendas com animais, materiais de papelaria, postos de gasolina, meios de transporte (caminhões, automóveis e pistas, motos, aviões, trens elétricos, barcos e tratores), instrumentos musicais e eletrônicos, jogos.  Nesta idade, a criança começa a sentir o que chamamos de medos infantis, como o medo do escuro, as bruxas, o bicho papão e outras coisas feias que impedem que a criança durma, desta forma recomendamos uma boneca ou um ursinho de pelúcia, que tem a função de ajudar as crianças a superarem esta fase.

acima de 6 anos

Jogos de tabuleiro, bolinhas de gude, pipas, carros de corrida, trens elétricos, argila para modelar, pincel, brinquedos de mágica, artigos esportivos, bicicletas, patins, skate, jogos eletrônicos, de memória, videogames, patinetes, futebol de botão, laptops, brinquedos colecionáveis, chaveiros, brinquedos eletrônicos, jogos de cartas, kits, pistas de carrinhos, quebra- cabeças

Assista o vídeo abaixo sobre a importância de brincar




Postado por: comportamento infantil às 21:25
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